Província
São Lourenço
de Brindes
Freis Capuchinhos do Paraná e Santa Catarina

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Segundo Noviciado

Vivência do Segundo Noviciado

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   Sempre que estamos a passos de uma importante decisão em nossas vidas, paramos para refletirmos e medirmos as consequências dos atos tomados. Não diferentemente é a nossa vida, de Frades Menores Capuchinhos, consagrados ao Senhor no intuito de viver o Evangelho.

Sabemos que à medida que o tempo passa (desde a primeira profissão), corremos o risco de sermos atropelados pelas fadigas, rigidez e comodidades do cotidiano. Esses possíveis tormentos, podem nos levar a cairmos numa profunda insensibilidade diante do que fomos chamados: de sermos homens consagrados. Por isso, sabiamente, o nosso processo formativo reza esse tempo (de um mês) para revivermos a realidade do Noviciado.

Desse modo, nós, Frei Diego de Sousa Rodrigues, Frei José Fernando Albuquerque Silva, Frei Francisco Arielson Santos Oliveira da Província do Brasil Central e Frei Marcos Venicius Souza da Silva, da Custódia do Amazonas e Roraima, estivemos no Noviciado São Francisco de Assis, em Joinville-SC da Província São Lourenço de Brindes, para “fazermos um aprofundamento de nossa vida Franciscano Capuchinha, através de estudo, reflexão, partilha fraterna, oração e trabalho”[1]. Para tal, fomos resguardados e guiados pelas Fontes Franciscanas, os Conselhos Plenários da Ordem, Constituições e as cartas do Ministro Geral à Ordem.

Nesse período de Segundo Noviciado, estivemos sobre a orientação do Mestre de Noviços, Frei Idacir Henrique, homem de profunda vida de oração, trabalho e humildade. Agradecemos a ele e aos demais frades do Noviciado, pela generosidade e convivência durante esses dias. Queremos também agradecer ao Frei Juarez De Bona pelo seu carinho, dedicação e acolhida durante nossa estadia no Convento das Mercês em Curitiba-PR. Não poderíamos deixar de agradecer ao Frei Inocêncio, que com alegria e bondade nos buscou no aeroporto; bem como ao conselho provincial, na pessoa do Frei Evandro Aparecido de Souza, que desde o primeiro momento possibilitou a fazermos essa vivência significante. Como diz o ministro geral, “o frade que vive sua pertença à Ordem com alegria e reconhece na vida fraterna a sua identidade, torna-se fascinante e capaz de uma grande fecundidade espiritual”[2]. É esta certeza que levamos: a de que nesse período fomos animados a vivermos nossa pertença à Ordem e reconhecermos na vida fraterna a nossa identidade.

 

Frei Francisco Arielson (Província do Brasil Central)

________________
[1] Orientações sobre Segundo Noviciado.
[2] JOHRI, Frei Mauro. Carta Identidade e Pertença Capuchinha. 2014, p. 09.

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