Província
São Lourenço
de Brindes
Freis Capuchinhos do Paraná e Santa Catarina

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Henrique de Almazora – 26

16-Beato Enrico da Almazora-Enrique Garcia Beltran-16HENRIQUE nasceu em Almazora, diocese de Tortosa e Província de Castellón de la Plana aos 16 de março de 1913, sendo batizado no mesmo dia na igreja paroquial. Era filho de Vicente Garcia e Conceição Beltrán. Henrique viveu a sua infância num ambiente profundamente religioso. Disse Vicente Beltrán, seu tio que “em sua infância era o que se diz, um anjo. O menino não saía da igreja; empregava o tempo entre a igreja, a escola e a casa paterna”. Aos 14 anos ingressou no Seminário Seráfico de Massamagrel. Recebeu o hábito capuchinho aos 13 de agosto de 1928, em Ollería, das mãos de frei Eloy de Orihuela, guardião, definidor e mestre de noviços do convento de Mas- samagrel. Emitiu a profissão temporária a 1º de setembro de 1929, em Ollería, nas mãos de frei Pio de Valência, guardião, e a perpétua, aos 17 de setembro de 1935, em Orihuela. A Revolução surpreendeu-o quando era ainda diácono e se preparava para receber o sacerdócio. “Era de temperamento jovial e dócil”. Entre seus companheiros religiosos “gozava de fama de piedoso. Era homem de vida interior e tinha grande devoção a São José. Era amante da liturgia. Dedicou-se ao estudo da música sacra para dar esplendor ao Culto Divino. Distinguia-se no coro pela sua devoção no canto das horas canônicas. Era moderado e mortificado nas refeições; também muito humilde, destacando-se pela sua conduta e submissão…” Recorda-se, além disso, como fiel observante da Regra e das Constituições, tanto nos atos diurnos como nos noturnos. Quando se desencadeou a Revolução, refugiou-se na casa paterna, preparando-se para o martírio com a oração e o estudo, com serenidade e ânimo. Em agosto de 1936 apresentou-se em sua casa uma dupla de milicianos. Capturaram-no e o levaram-no para o quartel da Guarda Civil, que servia de cárcere. Miguel Pesudo, companheiro de prisão de frei Henrique disse que “viveu com frei Henrique como companheiro de prisão e observou que ele conservava sempre caráter jovial e alegre. E estava conformado com a vontade de Deus”. Foi retirado dessa prisão aos 16 de agosto de 1936 e conduzido, com um grupo de seculares, ao lugar denominado “A Pedreira”, na estrada de Castellón de la Plana em Benicasim, onde foi assassinado, gritando: “Viva Cristo Rei!”. O papa João Paulo II beatificou-o aos 11 de março de 2001.


Liturgia Diária

Evangelho: 5ª-feira da 28ª Semana do Tempo Comum

Santo: São Paulo da Cruz

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