Província
São Lourenço
de Brindes
Freis Capuchinhos do Paraná e Santa Catarina

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Germano de Carcagente – 26

Beato Germano da Carcagente (José Maria Garrigues Hernandez)2_thumbGERMANO nasceu em Carcagente (Valência, Espanha), de família cristã, aos 12 de fevereiro de 1895. Foi batizado no mesmo dia, na paróquia de Nossa Senhora da Assunção, de Carcagente e crismado aos 22 de julho de 1912, por Dom frei Atanásio Soler Royo, devidamente autorizado pelo arcebispo da diocese. O casal João Baptista Garrigues e Maria Ana Hernández teve oito filhos, três dos quais se tornaram capuchinhos. Fez seus primeiros estudos no Seminário Seráfico Capuchinho em Monforte del Cid. Vestiu o hábito capuchinho aos 13 de a- gosto de 1911. Emitiu os votos temporários aos 15 de agosto de 1912 e os perpétuos aos 18 de dezembro de 1917. Dom Ramón Plaza ordenou-o sacerdote em Orihuela, aos 9 de fevereiro de 1919. Os superiores encaminharam-no para a formação e ensino e, ao mesmo tempo, trabalhou no apostolado. Disse frei Domingos Garrigues, capuchinho: “Desempenhou os cargos de vice-mestre de noviços e professor de escola primária em Alcira. Empenhou-se preferentemente no apostolado do confessionário, dos enfermos e também com a catequese das crianças da escola”. Muitos que o conheceram, falam dele como religioso fiel à sua vocação, fervoroso na oração e muito caritativo: “Entre os fiéis – afirmou a sua irmã Mercedes Garrigues – e ainda entre os confrades, gozava de boa fama pelo seu caráter jovial, caridade e candor. Costumavam dizer: ‘É um anjo’. Dos mesmos religiosos ouvi dizer que era religioso muito observante da Regra e das Constituições Franciscano-Capuchinhas”. “As suas qualidades mais salientes – afirma seu irmão, Francisco Pascoal Garrigues – eram sua profunda piedade e a atração que exercia sobre os jovens, sem que se lhe reconhecesse defeito algum”. Henrique Albelda, habitante de Carcagente, recorda: “O seu temperamento era bonachão e alegre. Também destacam-se suas qualidades como caritativo e esmoler. Era homem virtuoso, sobressaindo pela sua paciência ilimitada. Era sereno, humilde, recatado e modesto”. Quando se desencadeou a perseguição religiosa na Espanha, viu-se forçado, como seus irmãos, a refugiar-se na casa paterna, levando ali vida dedicada à oração. Foi detido pelos milicianos aos 9 de agosto de 1936 e conduzido ao Centro do Partido Comunista e, dali, conduzido, à meia-noite, à ponte da estrada de ferro sobre o rio Júcar, lugar em que foi assassinado. “Se Deus me quer mártir – disse quando refugiado – dar-me-á forças para sofrer o martírio” Quando chegou ao lugar do martírio – afirma o senhor Clemente Albelda – “frei Germano, depois de beijar as mãos dos carnificinas e perdoá-los, ajoelhou-se”. O cadáver de frei Germano foi enterrado no cemitério de Carcagente e, aos 15 de dezembro de 1940 seus restos mortais foram reconhecidos e transladados ao novo cemitério da mesma cidade. Atualmente, seus restos mortais repousam na capela dos Mártires Capuchinhos do convento de Madalena, em Masamagrel. Foi beatificado aos 11 de março de 2001 pelo Papa João Paulo II.


Liturgia Diária

Evangelho: 5ª-feira da 28ª Semana do Tempo Comum

Santo: São Paulo da Cruz

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